sábado, 22 de fevereiro de 2014

#40-Filme: A menina que roubava livros.

Já ouviu falar em A menina que roubava livros?

Pois é mais uma grande obra literária se transforma então em uma adaptação cinematográfica.

Já ouvi falar muito bem sobre esse livro, mas sinceramente nunca tive curiosidade de lê-lo. Após muita gente falar tão bem desse livro, resolveram então fazer uma adaptação do livro.

Então resolvi ir ao cinema para ver o filme. E a minha conclusão do que eu achei do filme vem logo após a sinopse do livro/filme.

Sinopse: A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, porém surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los em troca de dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. Essa obra, que ela ainda não sabe ler, é seu único vínculo com a família.
Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a cumplicidade do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que a ensina a ler. Em tempos de livros incendiados, o gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito.
A vida na rua Himmel é a pseudorrealidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um jovem judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela história. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa desse duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto — e raro — de crítica e público.


Em fim, (sinopse grande não?) quando eu fui no cinema para assistir esse filme, não sabia se ia gostar ou não pois eu não sabia quase nada sobre a história em si. (imagina, eu querendo fazer surpresa para eu mesma). 

Mas vamos então a minha opinião. É um filme muito bom, assim é um filme bem gostoso e rápido de se ver pois deve ter sei lá duas horas e pouco de duração parece muito mas o filme acaba sendo tão gostoso que passa rápido. 

Eu imaginava que ia ser um filme forte, mas não foi forte. Quem conhece a história sabe em como o final é triste e emocionante. 

Pois é um final desses merece muitas e muitas lágrimas nos olhos de quem assisti ou lê. 

Eu confesso que chorei no final, na verdade eu quase chorei, pois estava com maquiagem, então não quis estraga-la. 

Mas eu juro para vocês que vale super apena ver o filme ou lê o livro. 

Era para esse post sair antes, mas como começou as aulas não deu tempo para postar algo bacana. 

Facebook: madameliteraria

Skoob: Lily

Linda Duarte.